Explore a cadeia de valor, potencial de retorno, incentivos e projetos prioritários em cada setor da economia angolana.
Angola possui 58 milhões de hectares de terra arável, dos quais apenas 10% estão a ser utilizados. O PLANAGRAO estabelece metas ambiciosas para transformar Angola num exportador neto de alimentos até 2030, com foco em milho, soja, arroz, trigo e horticultura.
Angola importa 80% dos seus produtos de origem animal. O PLANAPECUARIA visa transformar este défice em oportunidade, desenvolvendo pecuária intensiva e extensiva nas províncias do sul e planalto central, com foco em carne bovina, aves, suínos e laticínios.
Potencial para 5M de cabeças nas províncias de Cunene, Huíla e Cuando Cubango. Pastagens naturais extensas.
Criação intensiva de aves para carne e ovos. Rápido retorno do investimento e baixa barreira de entrada.
Produção de leite, queijo e iogurte. Mercado de $400M/ano praticamente a ser suprido por importações.
Angola possui 1.600 km de costa atlântica com uma das correntes mais ricas em biomassa de peixe do mundo (Corrente de Benguela). A pesca artesanal representa 80% da produção atual. O setor industrial e a aquacultura representam oportunidades bilionárias inexploradas.
Frota moderna de arrasto e cerco para captura de atum, sardinha e camarão na ZEE angolana.
Criação de camarão, tilápia e outras espécies em fazendas aquícolas. Potencial de exportação para Europa.
Fábricas de processamento, conservas, farinha de peixe e exportação de peixe fresco e congelado.
Angola é o 6º maior produtor mundial de diamantes e possui vastas reservas de ferro, ouro, manganês, fosfatos e terras raras. O governo angolano abriu o setor a investidores privados com novas concessões e regime fiscal competitivo.
Lunda Norte e Sul. ENDIAMA abre concursos para novas concessões artesanais e industriais.
Depósitos aluvionares em Cuanza Norte, Lunda Sul e Moxico. Potencial de 50 t/ano.
Cassinga — uma das maiores reservas de ferro da África com 500 MT de minério de alta lei.
Depósitos identificados em múltiplas províncias. Mercado estratégico para tecnologia e energia.
Angola possui um dos mais ricos patrimónios naturais e culturais de África, ainda amplamente desconhecido. Praias virgens, deserto do Namibe, parques nacionais com vida selvagem, cataratas e cultura Kongo representam um destino turístico de classe mundial em formação.
Mussulo, Palmeirinhas, Namibe. Praias virgens com potencial para resorts de luxo e ecoturismo costeiro.
Parque Nacional da Kissama e Cuando Cubango. Ecosistemas únicos para safari e observação de animais.
Mbanza Kongo (Património UNESCO), museus, arte rupestre e cultura Kongo. Turismo histórico de alto valor.
Angola tem 7 Zonas Económicas Especiais com incentivos fiscais premium. O país importa $10B/ano em produtos industriais que podem ser produzidos localmente. Substituição de importações e exportação regional são as grandes oportunidades.
Alimentos processados, bebidas, cosméticos, higiene. Mercado interno de 34M consumidores.
Ferragens, peças, equipamentos. Suporte a mineração, construção e agricultura.
Produção local de medicamentos genéricos. Angola importa 95% dos medicamentos consumidos.
Angola tem um défice habitacional estimado em 2 milhões de fogos. O crescimento urbano acelerado, especialmente em Luanda, cria uma procura extraordinária por habitação social, comercial e industrial. O Governo angolano tem programas de parceria público-privada atrativos.
Angola está a transformar-se no hub logístico da África Austral. O Corredor do Lobito liga o Atlântico ao Congo e Zâmbia, servindo mercados de 200 milhões de pessoas. Os portos de Luanda e Namibe, e 3 ferrovias nacionais, criam um ecossistema logístico de classe mundial.
Maior projeto logístico de África. Liga Lobito (Atlântico) ao DRC e Zâmbia, com extensão ao corredor de Nacala.
Luanda, Lobito, Namibe, Soyo e Cabinda. Expansão de capacidade de 30M t/ano nos próximos 5 anos.
TAAG e aeroportos regionais conectam Angola a 70+ destinos. Potencial para hub de carga na África Austral.